Arquivo da Categoria ‘may’

Sempre a aprender

Quinta-feira, 20 de Março, 2008

Aqui podemos ver um vídeo do “Quem quer ser milionário” versão espanhola.
Provavelmente a senhora sabia o que era, mas desconhecia o nome!

Don Vito, aproveita este post para descontrair. Esperemos pelo próximo tropeço dos verdinhos para voltarmos à discussão.

E se o Paulo Bento fizesse o mesmo?

Segunda-feira, 10 de Março, 2008

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Ainda dizem que nada muda!

Sexta-feira, 7 de Março, 2008

Tenho reparado, já há alguns dias, que as coisas mudaram muito desde que deixei a escola.
Não no sentido do aumento de preços, ou da tão falada globalização ou outra coisa qualquer “culpada” por tudo de mal que acontece, mas na atitude matutina de quem vai trabalhar.
Antigamente as pessoas, de manhã, deslocavam-se para o trabalho com aquela cara de enterro de quem não estava a disposto a sair da cama quanto mais de casa. Iam no comboio deprimidas, a pensar no dia duro que se avizinhava. Ou então iam a dormir, para compensar o acordar de madrugada.
Quando voltavam para casa observava-se o contrário. Os sorrisos de alívio e as conversas animadas mostravam a satisfação de voltar para casa, de deixar para trás o chato do patrão e tudo o que se relacionasse com o trabalho.
Hoje em dia a coisa muda de figura. Só eu é que não mudei. Porque quero ir “xoxa” para o trabalho e voltar com o sorriso. Mas 5 minutos depois de estar no comboio acaba-se o meu sossego, desvanece toda a possibilidade de dormitar, de me preparar psicologicamente para mais um dia.
Devo ser a única a querer esse sossego. Todos os outros entram com o espírito exaltado. As suas conversas são piores que as cerejas e os 40 minutos destinados à compensação do meu sono acabam por ser insuportáveis, constantemente interrompidos por gargalhadas e conversés sobre os filhos, namorados, escolas, trabalhos e sei lá mais o quê.
Quando volto para casa, com aquele sorriso de orelha a orelha, lendo o meu livrinho de bolso e explicitamente animada por nenhum motivo especial, senão o simples facto de ir para casa, vêm eles cabisbaixos. Tristes por estarem de volta, o silêncio precioso de manhã proporcionam-me à noite! Tudo bem, aceito. Sempre leio com serenidade. Mas se eles experimentassem esse silêncio de manhã…Ai, isso sim!
Mas a minoria perde e vou ter que continuar a ir para o trabalho nestas condições desumanas.
As coisas mudam e as pessoas afinal não andam assim tão deprimidas, andam?

As minhas andanças

Quinta-feira, 28 de Fevereiro, 2008

O trabalho obriga a dar a volta aos blogues, embora específicos e muitas vezes pouco afectos aos meus interesses, hoje valeu a pena essa visita. Passei por aqui e descobri que é o culpado pelos meus dias amargos.

Dia Internacional da Língua… materna

Quinta-feira, 21 de Fevereiro, 2008

lingua

O hospital, as urgências e a triagem…

Domingo, 17 de Fevereiro, 2008

Fez ontem uma semana, tive que recorrer às urgências do Hospital de Vila Franca de Xira. Como em todos os serviços do género e em situação de doença não foi uma visita agradável. Pela demora, pelo mal-estar e simplesmente pelo facto de se estar num hospital! 
Cinco horas foi quanto esperei, enquanto via outros doentes, chegados depois de mim, alguns até sorridentes, com a mesma cor (verde) que eu e a serem atendidos antes de mim! Coisas da triagem, meu novo ódio de estimação.
Durante esse período consegui combater a febre e ser combatida por ela, ouvir outros doentes a promover casas para vender, outros a discutir futebol e apreciei a verdadeira feira de quem “nada” mais tem que fazer senão passar umas horitas da noite de sábado no hospital.
Perante o vai e vem de gente, as horas a passar e a minha situação mais do que estagnada dirigi-me ao guichet, onde estava a senhora que me perguntou “então está a sentir-se mal?”
“Claro que não me sinto mal…já nem sinto nada!” Pensei.
Mas voltando ao assunto da vaca fria: dirigi-me ao dito guichet com toda a revolta que as minhas forças me permitiam, para reclamar.  Afinal de contas já estava a adquirir outros males além daquele que me tinha levado até lá. Pergunto à senhora “simpática” se ainda ia demorar muito. Fi-lo três vezes em intervalos de tempo consideráveis. A última resposta abalou ainda mais os meus alicerces: “Estão a chamar os doentes das 19h”.
Ora bem, eram 23h. Significava que só me iriam chamar à meia-noite. E assim sucedeu!

Não tinha força para pedir livro de reclamações, muito menos para escrever por isso abstive-me de pedir embora vontade não faltasse.
O suplício teve fim, bem dizem que “não há mal que nunca acabe”, no entanto passei a entender o ministro que fechava as urgências e apoio!

?!

Domingo, 17 de Fevereiro, 2008

nani 

Nani jogou tão bem que “até parecia o Cristiano Ronaldo”!
Assim rematou o jornalista/ comentador/ fã de C R, que ao tentar elogiar o jogador apenas o reduziu à sua insignificância.
Será que Nani não podia ser igual a si próprio?

Nem comento mais nada.

Lead?!

Quinta-feira, 7 de Fevereiro, 2008

“No dia 11, no Porto, no Clube Literário, nova apresentação, desta feita pelo escritor Jorge Velhote, com poemas ditos por Aurelino Costa, Teresa Tudela e o próprio autor.”

Encontrei este lead num determinado meio de comunicação.
Logicamente fiz uma retrospectiva de todos os anos de escola, desde a 1ª classe até àquilo a que chamam licenciatura, que quase não dá licença para nada quanto muito é motivo de interdição, e fiquei grata pelos puxões de orelha, pelas chamadas de atenção, até pelas semi-humilhações “sofridas” durante todo o período de aprendizagem escolar.
Aquele lead nem sequer passou pela “censura” e quando quis reescrevê-lo alertaram-me: “Não és copydesk”.

…Copydesk… Onde é que me posso inscrever mesmo?

Jejum

Segunda-feira, 28 de Janeiro, 2008

sporting

Depois do Sporting ter ganho ao Fê Quê Pê vale a pena vir beber um copinho e quebrar o jejum!

Serviço de Urgência…

Terça-feira, 8 de Janeiro, 2008

“O desgraçado chega às urgências… e bla bla bla”
Quando me desloco às urgências (coisa rara felizmente) não vou na condição de desgraçada. Até lá chegar pelo menos, depois disso as impressões podem sempre mudar.
Nas palavras do Presidente do INEM somos todos uns desgraçados! E atreveu-se a tentar ter piada com a analogia: “isto é uma espécie de serviço de urgência ó xô tôr”

Bom, já não deu para ver e ouvir o resto. Mas consigo imaginar os termos usados no desenrolar da discussão, onde as terrinhas andam às turras, cada uma com a sua razão, ou não!

Vítimas ou oportunistas?

Sábado, 5 de Janeiro, 2008

Falava-se em posts anteriores ou nos comentários de um deles que havia duas funções neste bar, uma seria arranjar clientela a outra divertir os adeptos da copofonia. A primeira aparentemente estava complicada, mas depois da foto da Carla Bruni acho que minorou o problema.

Quanto à segunda creio que é sempre mais fácil alcançar… ou talvez não. Fazer rir não é fácil!

Lembrei-me no entanto que há pessoas sem sentido de humor mas deveras ridículas e só por isso são cómicas. Ora vejamos os produtos da Televisão.
Li naquele jornal, que não me cabe nas mãos nem no colo, um pequeno resumo sobre o lado da fama trazida facilmente através da caixinha mágica.

O artigo intitulado “Esperança em mudar de vida” mostra alguns exemplos do que se produz em massa nos reality shows:

“Zé Maria
O rapaz de Barrancos, servente na construção civil e que sonhava ser ‘um candelabro para poder dar luz’, trabalha hoje numa pastelaria em Linda-a-Velha e vive uma vida discreta. Para trás ficaram duas tentativas de suicídio e vários escândalos que alimentaram jornais e revistas.

Mário Correia
Depois de participar no ‘Big Brother’, lançou-se no negócio das discotecas e conduzia um Ferrari. Em Março de 2007 foi condenado a sete anos de prisão pelos crimes de roubo qualificado, sequestro, falsificação de documentos e posso de arma proibida.

Bruno Timóteo
O pasteleiro do ‘Big Brother 2′ (…) foi detido na mega-operação da GNR El Pibe 1×2, realizada em Julho, passou duas noites numa cela, antes de ser ouvido pelo tribunal de Esposende para explicar porque tinha armas, munições e um boné da GNR em casa.”

Só figuras tristes. Não estão ao nível de Paris Hilton ou Britney Spears. Mas já é qualquer coisa e provavelmente um sinal de que os reality shows são perigosos. Quem serão as próximas vítimas?!!!

Eis o lado soft de quem gosta da companhia de um martini com laranja! Aqui tem?

Continente ilógico!

Quinta-feira, 3 de Janeiro, 2008

Já morreram mais de 300 pessoas no Quénia, ainda não fez uma semana!
É assim em África, tudo é motivo de guerra até mesmo o espirrar de um esquilo. (Haverá esquilos no Quénia? Se não houver é menos um bode expiatório!)
Este país parecia um modelo exemplar para as restantes nações africanas que fervem em pouca água. Afinal é como outro qualquer, que em altura de eleições perde as estribeiras e volta aos primórdios da civilização.
Ao olhar para a televisão senti que a solução seria nascer de novo. Como se faz com os mais pequenos quando fazem um desenho em que nada se parece com nada e em vez de usarem a borracha mandamos amachucar a folha e recomeçar o desenho numa novinha.
Cada vez que há eleições num país africano devemos preparar-nos para uma folha nova, mas sem que a antiga seja borratada primeiro, com as cores do terror.  
Na BBC pode ler-se o seguinte: “um porta-voz do governo, Alfred Mutua, acusou os apoiantes do principal candidato da oposição, Raila Odinga de montar uma campanha de limpeza étnica contra a tribo do Presidente Kibaki os Kikuyu”.
Ruanda não chegou!
Por isso tenho a sensação que só no Ocidente as pessoas se sentem chocadas com as ditas limpezas étnicas. Na África negra é uma prática constante e quase justificada. Quanto à África chamada branca pouco há a dizer, eles limpam tudo, até a si próprios. 

A incerteza do rali Lisboa – Dakar é mais um episódio triste da insistência na ignorância. É pena a Europa não ter deserto, camelos e coisas afins, simplificava bastante.