Arquivo do mês de Fevereiro, 2008

As minhas andanças

Quinta-feira, 28 de Fevereiro, 2008

O trabalho obriga a dar a volta aos blogues, embora específicos e muitas vezes pouco afectos aos meus interesses, hoje valeu a pena essa visita. Passei por aqui e descobri que é o culpado pelos meus dias amargos.

Silly Season

Segunda-feira, 25 de Fevereiro, 2008

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Meta é ultrapassar os 150 mil sócios

A solução é passarem a ser da cor de Obama

Segunda-feira, 25 de Fevereiro, 2008

subida em flecha do preço do ouro encarece fabrico dos óscares

Raul Castro, a boa notícia!

Segunda-feira, 25 de Fevereiro, 2008

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Parece que o óbvio aconteceu. Ainda bem! Não é que estivesse com grandes expectativas de mudança mas, à cautela, lá fui procurando manter-me informado. Em Cuba nada muda, por enquanto. E isso é uma excelente notícia (para mim, não para os cubanos, claro está) já que assim ainda é possível degustar, a preço compatível ao cidadão de classe média baixa - como agora com os resultados do deficit quase todos ficámos reduzidos- os melhores dos puros habanos. Ninguém tenha a menor dúvida que no dia em que Cuba for dos americanos, em Portugal, só o Major Valentim Loureiro terá dinheiro para comprar puros.

Com Fidel os puros foram aristocráticos, com os americanos tornar-se-iam burgueses, por isso, gritem comigo:

Pátria ou muerte!

Don Vito está assim!

Domingo, 24 de Fevereiro, 2008

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Deslumbrado!

Sábado, 23 de Fevereiro, 2008

Alguém me sabe indicar o interesse e o alcance destas iniciativas políticas para o primeiro-ministro e para o seu governo ?

Dia Internacional da Língua… materna

Quinta-feira, 21 de Fevereiro, 2008

lingua

Tribunal de Contas chumba empréstimo a António Costa

Quarta-feira, 20 de Fevereiro, 2008

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Mais um exemplo do estado de claustrofobia democráticam com que Sócrates governa o país.

A Bimby

Segunda-feira, 18 de Fevereiro, 2008

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Don Vito ainda se lembra do tempo em que havia domésticas. Hoje, com a Bimby, quanto muito, há electrodomésticas. Tenho aspiração a ser um(a) delas, pois finalmente vou poder experimentar as minhas saudosas patanisca de bacalhau que a desconfiança caseira nas minhas capacidades culinárias, sistematicamente, me impediram de revelar.

O hospital, as urgências e a triagem…

Domingo, 17 de Fevereiro, 2008

Fez ontem uma semana, tive que recorrer às urgências do Hospital de Vila Franca de Xira. Como em todos os serviços do género e em situação de doença não foi uma visita agradável. Pela demora, pelo mal-estar e simplesmente pelo facto de se estar num hospital! 
Cinco horas foi quanto esperei, enquanto via outros doentes, chegados depois de mim, alguns até sorridentes, com a mesma cor (verde) que eu e a serem atendidos antes de mim! Coisas da triagem, meu novo ódio de estimação.
Durante esse período consegui combater a febre e ser combatida por ela, ouvir outros doentes a promover casas para vender, outros a discutir futebol e apreciei a verdadeira feira de quem “nada” mais tem que fazer senão passar umas horitas da noite de sábado no hospital.
Perante o vai e vem de gente, as horas a passar e a minha situação mais do que estagnada dirigi-me ao guichet, onde estava a senhora que me perguntou “então está a sentir-se mal?”
“Claro que não me sinto mal…já nem sinto nada!” Pensei.
Mas voltando ao assunto da vaca fria: dirigi-me ao dito guichet com toda a revolta que as minhas forças me permitiam, para reclamar.  Afinal de contas já estava a adquirir outros males além daquele que me tinha levado até lá. Pergunto à senhora “simpática” se ainda ia demorar muito. Fi-lo três vezes em intervalos de tempo consideráveis. A última resposta abalou ainda mais os meus alicerces: “Estão a chamar os doentes das 19h”.
Ora bem, eram 23h. Significava que só me iriam chamar à meia-noite. E assim sucedeu!

Não tinha força para pedir livro de reclamações, muito menos para escrever por isso abstive-me de pedir embora vontade não faltasse.
O suplício teve fim, bem dizem que “não há mal que nunca acabe”, no entanto passei a entender o ministro que fechava as urgências e apoio!

?!

Domingo, 17 de Fevereiro, 2008

nani 

Nani jogou tão bem que “até parecia o Cristiano Ronaldo”!
Assim rematou o jornalista/ comentador/ fã de C R, que ao tentar elogiar o jogador apenas o reduziu à sua insignificância.
Será que Nani não podia ser igual a si próprio?

Nem comento mais nada.

Pinheiro de Azevedo, 12 de Novembro de 1975

Domingo, 17 de Fevereiro, 2008

a propósito de uma manifestação, vão bardamerda!

Viva a imigração!

Sexta-feira, 15 de Fevereiro, 2008

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Portugal é um país pobre porque tem poucos imigrantes. Pobre e infeliz, também. No dia em que começa o festival do chocolate em Óbidos e se prevêem gigantescas romarias de saloios que só comem frango de aviário, fazem-nos muita falta os genuínos imigrantes: Os turcos com os kebad e o perfume das suas especiarias, os marroquinos, os argentinos, os mexicanos, os japoneses, os pescadores de arenques lá dos lados da Dinamarca e tanto outros que dão prazer de vida onde quer que se encontrem.

Mais! Queremos mais! Mais imigrantes!

Óbidos sem travo a chocolate!

Sexta-feira, 15 de Fevereiro, 2008

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Jornalismo de plástico!

Sexta-feira, 15 de Fevereiro, 2008

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Óbidos é uma linda vila medieval que está hoje, ainda, estimada graças à perseverança de um homem simples, o ex-presidente da câmara, José Pereira Júnior. Na solidão de um lar, um homem ainda novo, espera a morte num agonizante sofrimento ditado pela amputação dos membros inferiores e por uma cegueira que lhe trouxera os malditos dos diabetes. Durante o tempo em que a vila permaneceu bonita, arranjada, silenciosa e antiga, quase ninguém lá ia, nem famílias nem crianças, muito menos jornalistas.

Depois veio o pantomineiro! Inventou um festival de chocolate sem chocolate e transportou para a “cerca do castelo” uma Antárctida de esferovite. Foi o suficiente para que hordas de famílias do país inteiro se acotovelem horas a fio, em filas intermináveis, para ver uns bonecos pífios feitos de chocolate de 3ª categoria.

Durante uns dias, anunciam aqui estes pobres deslumbrados, Óbidos vai saber a chocolate. Que horror !